7 de Agosto de 2009 (15:24) – De volta a casa. A manhã consistiu na ida ao “Ou Mun” – é assim que está correcto – e em compras, nas quais estão incluídos dois copos de sumo natural, um de vegetais e outro de laranja. Esta ideia dos sumos, assim como o seu preço acessível, põe a minha alma a cantar louvores aos céus… ou quase. Anteontem a tarde foi passar a corrigir produção escrita vária e, à noite depois do jantar, fui beber um café a casa da Cristina – colega minha do IPOR – e do Sérgio. Também lá estavam o Rogério – colega meu do IPOR – e a Sandra. Às páginas tantas, estava a falar-lhes da minha ida para Hong-Kong para ver o que para lá havia de música – isso mantém-se – e a Sandra falou-me de uma livraria e discoteca no Leal Senado no segundo ou terceiro andar ao lado do Starbucks, em que a oferta discográfica teria um cariz mais alternativo. É claro que fiquei contente e uma das missões do dia seguinte consistiria em ir lá dar uma vista de olhos. Ontem a manhã, foi de ida costumeira até ao “Ou Mun” e de lá fui dar uma vista de olhos pelas lojas e pelas bancas para ver de calções e t-shirts. Não havia t-shirts que eu quisesse, nem havia a medida de calções que eu queria. Voltei para casa e durante o almoço acabei de ver o “ The Savages”, que tinha começado a ver no dia 5 – escapa-me o nome do actor agora… O filme fala de dois filhos com pai já velho que sofre de demência. Os egoísmos e problemas presentes misturam-se com ressentimentos passados vividos a dois a ou três. O tema é tratado de forma simples, sem tiradas filosóficas ou melodramas e o filme é agradável, mais ou menos pop independente. Desse passei para o “I’m not there”, filme de Todd Haynes sobre Bob Dylan. Aqui a conversa é outra e a ideia é boa: descrever Bob Dylan dando voz quer aos seus escritores/ poetas, músicos e personagens históricos/ lendários preferidos, quer a alguns dos papeis sociais que desempenhou, tais como o de cantor, actor, pai e eremita/ vagabundo – confesso que não percebo a razão porque é que só os primeiros mantêm os nomes deles. Dos actores o destaque óbvio vai para o desempenho da Cate Blanchett. O argumento tem muito interesse porque recorre ao documentário e mistura-o com a entrevista ficcionada e a ficção. Não percebo muitas das intenções do realizador, sei apenas de que gostei. A música musica a narrativa e isso deixa-a numa terra pouco visitada. Para mim, a palavra que descreve o filme é ‘Miscigenação’. Depois das 19h00, ainda com vontade de voltar a deitar-me, lá consegui vencer a preguiça e fui até ao Leal Senado. Fui então até à Pin-to Books and Music – on-line o local é designado de formas diferentes. Eu optei utilizando as que estavam nas portas de vidro da loja – cuja morada é nº 31,
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
7 de Agosto de 2009
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